Hábitos para extirpar (e sua carreira deslanchar), por Marshall Goldsmith

<!– zzmarshall-goldsmith.JPGO mais recente livro do Marshall Goldsmith, o famoso coach de executivos dos Estados Unidos, tem um titulo em inglês que diz tudo: “What Got You Here Won’t Get You There” (o que o trouxe até aqui não vai levá-lo até lá). Ou seja, ele mostra que as pessoas têm hábitos que as impulsionam muito bem por um tempo, mas, a partir de certo patamar, mais atrapalham que ajudam. Ele fala isso no âmbito profissional, mas talvez se aplique ao pessoal também, não sei. Enfim, vale a pena dar uma olhada na listinha dos hábitos perniciosos que ele aponta como impedimento para uma contínua ascensão profissional.Eu, de cara, sei que tenho o hábito número 2, sou metídissima. Mas as pessoas também dão corda…(xi, olha o hábito nº 19 no horizonte…). Em compensação (heheh), assumo muitas culpas, até as não diretamente minhas, e vivo pedindo desculpas, como ele manda, ainda bem! E ando resistindo bravamente ao hábito nº 7, de falar quando estou com raiva (meu novo mantra é: o silêncio é de ouro, o silêncio é de ouro, o silêncio é de ouro).

Ah! No Brasil, o livro foi lançado como Reinventando o Seu Próprio Sucesso pela editora Campus.

  1. Vencer a qualquer preço: E em todas as situações –quando importa, quando não importa e quando é totalmente indiferente;
  2. Agregar valor demais: O incontido desejo de dar palpite em todas as discussões;
  3. Fazer julgamentos: Criticar os outros e impor nossos padrões;
  4. Fazer comentários destrutivos: O sarcasmo desnecessário e os comentários ferinos que, achamos, fazem-nos parecer perspicazes e geniais;
  5. Começar frases com “não”, “mas”, “contudo”: O uso excessivo dessas palavras negativas que implicitamente parecem dizer a todos: “Eu estou certo. Você está errado”;
  6. Fazer alarde da própria inteligência: Mostrar a todos que você é mais inteligente do que eles pensam que você é;
  7. Falar quando está com raiva: Usar a volatilidade emocional como ferramenta de gestão;
  8. Negatividade ou “Deixe-me explicar por que isso não funciona”: compartilhar idéias negativas mesmo quando isso não é solicitado;
  9. Sonegar informações: Recusar-se a compartilhar informações a fim de manter uma vantagem sobre os outros;
  10. Não demonstrar reconhecimento: Incapacidade de elogiar os outros ou reconhecer seu mérito;
  11. Reivindicar o crédito não merecido: A forma mais irritante de superestimar nossa contribuição para qualquer empreitada bem-sucedida;
  12. Dar desculpas: Reavaliar nosso comportamento desagradável como recurso permanente para que as pessoas nos desculpem;
  13. Ater-se ao passado: Livrarmo-nos da culpa citando fatos e pessoas que fizeram parte de nosso passado; usar um subconjunto para colocar a culpa nos outros;
  14. Privilegiar os favoritos: Não perceber que estamos tratando alguém injustamente;
  15. Recusar-se a pedir desculpas: A incapacidade de assumir a responsabilidade pelos próprios atos, admitir que está errado ou reconhecer que seus atos afetam outras pessoas;
  16. Não ouvir: A forma passiva mais agressiva de demonstrar desrespeito pelos colegas;
  17. Não demonstrar gratidão: A forma mais primitiva de demonstrar má educação;
  18. Punir o mensageiro: Atacar o inocente que, em geral, está apenas tentando nos ajudar;
  19. Pôr a culpa nos outros: Culpar qualquer pessoa para nos livrarmos da culpa;
  20. Necessidade excessiva de ser “eu mesmo”: Exaltar os próprios defeitos, apresentando-os como virtudes simplesmente porque são nossos.
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