Marketing na Internet – Profissões que caminham no impacto das Redes Sociais

O melhor e o pior do marketing de busca: três cases

Marketing de mecanismos de busca (Search Marketing Engine – SEM) é uma ferramenta poderosa. Ela define o que as pessoas verão quando procurarem por sua marca online (se a acharem). Desta forma, seja você um SEM antenado ou alguém que está começando agora neste segmento, há três coisas que deveria ter sempre em mente quando trabalhar no marketing de busca da sua marca para garantir que esta tenha a melhor visibilidade digital. São elas:Esteja sempre conectado. Quer se encontrar com empresas que estão liderando as buscas? Vá a convenções, palestras, conferências, congressos, exposições etc.

Uma marca ativa começa com o consumidor. Você tem que começar com o consumidor. É uma ação fácil de realizar, mas a maior parte das campanhas se esquece dela. Primeiro, pense sobre os seus compradores e entenda o que eles querem, como eles procuram por informações e como consomem os conteúdos.

Tomemos o seguinte caso: quando problemas com a antena do iPhone 4 começaram a aparecer, a Apple se fez de morta por três semanas. É muito tempo, especialmente em se tratando de internet. Além das conversas nas redes sociais, houve grande especulação por parte da imprensa durante este período, o que cultivou um volume considerável de buscas na web a respeito do assunto. Foi a época em que os usuários do iPhone mais utilizaram os mecanismos de pesquisa. Os rivais da Apple aproveitaram a oportunidade e nas três semanas em que a empresa se manteve calada, vários de seus competidores compraram todas as principais palavras chave, incluindo “iPhone 4 issue,” “iPhone 4 antenna,” e “iPhone problems”.

A empresa Consumer Reports comprou várias dessas keywords e as usou para guiar os internautas para uma pesquisa que não recomendava a compra de iPhones. A Blackberry foi mais a frente e com criatividade, lançou o anúncio “no recalls required”. Enquanto a Apple continuava em silêncio, a Blackberry capitalizou o medos dos consumidores. A concorrência usou este silêncio para roubar o tráfego de busca e perpetuar a questão.

Não isole o marketing de busca – ou qualquer outra parte do marketing. O marketing de busca bem sucedido necessita de se manter conectado com os outros elementos da campanha – televisão, material impresso e por aí vai. As estatísticas demonstram que 67% dos consumidores buscarão um produto online depois de serem expostos a alguma forma de marketing offline. Ainda assim, apenas 55% dos SEOs integram canais não digitais aos seus esforços nos mecanismos de busca.

Quando um consumidor vê uma promoção de uma marca na TV e não consegue achá-la online, fica frustrado, o que pode resultar em menos uma venda para a marca em questão. A concorrência agradece penhoradamente, pois é bem provável que tal consumidor procure tal produto em outro lugar.

Mesmo as marcas de maior sucesso podem perder milhões em vendas em potencial se não unirem o marketing de busca com um plano de marketing holístico. Um exemplo é a franchise “Twilight”, uma das marcas mais bem sucedidas da história recente. “Twilight” tem um enorme número de fãs em todas as redes sociais mais importantes e gasta uma fortuna com anúncios de TV. Infelizmente, a franchise falhou ao não gastar uma parte de seus dólares em mecanismos de busca.

Inicialmente, se um admirador procurasse o termo “Twilight” e “Robert Pattinson”, o site oficial não aparecia em primeiro lugar, como era de se esperar. Em seu lugar apareciam sites de fãs. Mesmo procurando por “Eclipse movie”, o site oficial só aparecia no final da primeira pagina da busca. Os publicitários, desta forma, perderam todos este tráfego de busca, que poderia se converter em mais vendas de DVDs, camisetas e outros itens de colecionador. A pegadinha é que o SEM teria um custo baixo – algo em torno de U$ 0,05 por clique – em comparação aos milhões gastos com a publicidade na televisão.

Preste atenção (e faca parte) das conversas sobre a sua marca. Este é o conselho que várias pessoas darão, mas segui-lo é mais difícil do que parece. Para realmente fazer parte desta conversa, é necessário gerar conteúdo na hora certa – que, idealmente, deveria ser sempre. Para isto, é preciso motivar as pessoas. Este conselho também vale para um bom controle de danos e de buzz negativo.
Peguemos o exemplo da Toyota. A companhia encarou uma questão delicada quando problemas com seus freios foram descobertos. 83% dos compradores de carros usam a internet para pesquisar suas escolhas na hora de adquirir um automóvel. Já deu para imaginar o impacto das buscas neste assunto, especificamente. Por um curto período de tempo, a Toyota fez cara de paisagem, mas, rapidamente, compreendeu que um número considerável de usuários estavam pesquisando online para se informarem da seriedade do problema. O que a companhia fez? Agiu. A Toyota criou um site com dados sobre o recall: os modelos afetados pelo problema, o que se fazer a respeito, como achar uma concessionária ou autorizada etc. A empresa também comprou keywords para buscas sobre o recall, como “Toyota recall brakes” e “Toyota recall”.

As pessoas que procurassem por informações a respeito do assunto poderiam achá-las facilmente, porque o Toyota tornou o trabalho fácil. Este tipo de estratégia produziu resultados positivos: apesar do recall, a Toyota declarou um lucro de U$3,6 bilhões no primeiro semestre de 2010.

Resumo da ópera. A base do SEM é compreender seus fundamentos: compre as palavras chaves de busca relativas à sua marca antes que a concorrência o faça. Certifique-se de integrar todos os aspectos de sua campanha de marketing. Conheça o seu consumidor e faça parte das conversas sobre a sua marca. Se você começar por aí, sua empresa está no caminho do sucesso.

http://www.idigo.com.br/

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