Mestrado e Doutorado UFSC 2016 – 2015 (Universidade Federal de Santa Catarina)

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Este material encontra-se disponível em formato físico na PROPG  para interessados que queiram divulgar a UFSC , bem como está  disponibilizado abaixo  no formato PDF, caso queiram divulgar o material nas respectivas páginas dos programas.

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Brasil, o país dos concursos públicos?

Estudo mostra que o concurso tem perdido sua principal finalidade, que é selecionar um profissional adequado para cargo na administração pública.

Enviar por e-mail • Publicado em 23/02/2013 – 23h08 • Atualizado em 24/02/2013 – 00h12

No dia 22 de fevereiro aconteceu na Fundação Getúlio Vargas, em Brasília, um ciclo de palestras com um tema bastante rico: “Brasil, o País dos Concursos?”. Todas as abordagens apresentadas foram fruto do resultado de uma pesquisa realizada em parceria entre a Universidade Federal Fluminense e o Centro de Justiça e Sociedade da FGV Direito Rio. Essa pesquisa teve o objetivo de apresentar dados e diagnósticos sobre os concursos públicos brasileiros na última década e propor alterações na legislação. O Ministério da Justiça e os demais 20 parceiros da pesquisa irão analisar as propostas e será divulgada uma versão final do relatório até o dia 15 de abril.

Veja as principais questões que envolvem esse tema.

“Ideologia Concurseira”

As informações contidas no estudo da FGV/UFF foram coletadas durante dez anos em vários editais de concursos federais, todos com abrangência nacional. Também foram entrevistados alguns administradores públicos de ministérios e realizada uma contraposição dos dados brasileiros com a realidade francesa, de onde surgiu o que os pesquisadores chamaram de “ideologia concurseira”.  Tal ideologia, contudo, tem apresentado problemas, entre os quais, o fato de as provas aplicadas em concursos federais não estarem servindo para avaliar efetivamente as experiências e o conhecimento do candidato.

Os concursos têm perdido a sua principal finalidade

As duas instituições envolvidas foram unânimes em um ponto: é preciso mesmo que aconteçam mudanças no processo de seleção de pessoal para atuar no serviço público. Ficou patente que a principal finalidade dos concursos, que é selecionar um profissional adequado para cargo na administração pública, está sendo deixada em segundo plano.

Sobre este aspecto, a avaliação do coordenador da pesquisa e professor da FGV Direito Rio, Fernando Fontainha sobre o tema é, de certa forma, pessimista. Para ele, “o concurso no Brasil tem cada vez mais se tornado um fim em si mesmo. Seleciona as pessoas que têm mais aptidão para fazer prova de concurso”

O estágio probatório funciona mesmo?

Fontainha ainda acrescenta que temos uma ineficiência de fiscalização de competências reais dos candidatos aos cargos públicos. “E além disso, apesar de existirem mecanismos que possibilitam a demissão, como o estágio probatório, eles quase não são utilizados. Os concursos hoje alimentam um mercado milionário”, complementa o professor.

Para os pesquisadores, os três anos estabelecidos pela lei para o estágio probatório devem ser destinados rigorosamente para capacitação, sendo, no primeiro ano, com aulas presenciais, e nos demais, início do exercício do cargo com acompanhamento de um servidor experiente.

Critério para valoração dos salários ofertados é equivocado

Os dados vão além e apontam que os salários ofertados são estipulados conforme a complexidade do certame, e não com base no nível acadêmico ou na competência do candidato. Quanto mais difícil e maior o número de provas, maiores as remunerações.

O que precisa mudar?

Para reverter o cenário atual, algumas das medidas apontadas “caminham contra a correnteza”. O estudo propõe, por exemplo, que sejam extintas as provas objetivas de múltipla escolha. De acordo com o levantamento, cerca de 97% das provas aplicadas em 698 seleções, entre 2001 e 2010, seguiam esse modelo. A proposta é o uso de questões escritas discursivas que abordem situações reais a serem vivenciadas pelos futuros contratados. Além disso, é proposta a aplicação de prova prática nos casos em que a prova discursiva for insuficiente para avaliar a qualificação do candidato.

Outra proposta é impedir o candidato de se inscrever para o mesmo concurso mais de três vezes. O estudo constatou que acima de um terço dos inscritos não comparece ao certame. “A realização das provas é algo caro. A intenção é que o candidato se inscreva quando tiver condições de passar [aprovado]”, explica Fontainha.

Os pesquisadores defendem três processos distintos de seleção dos servidores públicos. O primeiro seria o chamado “recrutamento acadêmico”, que propõe a busca por jovens recém-formados, com o objetivo de que sejam capacitados para o exercício da futura função. As provas aplicadas a esses candidatos devem abordar os conhecimentos universitários e escolares, e a formação inicial será obrigatória.

O segundo, o recrutamento burocrático, visa a admissão de profissionais já inseridos na administração pública. Para participar, o candidato deve ter ao menos cinco anos de experiência. As provas serão sobre o ambiente do serviço público.

Já o terceiro processo seria o profissional, pois irá ser avaliado quem atua no mercado e tenha experiência mínima de dez anos. Nesse caso, o candidato é avaliado sobre conhecimentos de mercado e da administração pública.

Combate à presença majoritária de algumas organizadoras ou regulação do mercado?

Em relação às provas, a sugestão é criar uma empresa pública para gerir os concursos e elaborar os exames. O levantamento detectou a presença majoritária de sete institutos e centros responsáveis pela elaboração das provas, entre eles o Centro de Seleção e de Promoção de Eventos Universidade de Brasília (UnB), que detém a maior fatia do mercado.

A Associação Nacional de Proteção e Apoio aos Concursos (Anpac) estima movimento de mais de R$ 30 bilhões no setor. “É uma questão que tem que ser debatida. Devemos analisar se é mesmo necessária a criação de uma empresa pública ou se é necessário apenas regular o mercado de uma forma diferente”, disse o coordenador de Negócios do Instituto de Desenvolvimento Educacional, Cultural e Assistencial Nacional (Idecan), Bruno Campos, instituição que também organiza seleções.

Edição especial para o Concursos no Brasil, por Alberto Vicente

Com informações da Agência Brasil, Fundação Getúlio Vargas e Universidade Federal Fluminense

Dicas infalíveis para passar no Vestibular

Por Mundo Vestibular O Mundo Vestibular preparou dez dicas infalíveis para você passar no vestibular.

1. Descubra o seu estilo de aprender

Se o autoconhecimento — saber quem você é, seus valores, suas aspirações e habilidades — foi fundamental para escolher o curso na hora de se inscrever no vestibular, saber um pouco mais sobre si mesmo também vai ajudar na hora de se preparar para o exame. Descobrir de que jeito você aprende melhor economiza tempo e energia!
Já percebeu como algumas pessoas fixam melhor a matéria desenhando esquemas? Que aqueles que precisam ler tudo em voz alta? E que outros vão direto resolver os exercícios, para só depois consultar a matéria?
É claro que a gente não aprende de um só jeito, mas conhecer as preferências do seu cérebro ajuda a escolher, por exemplo, entre começar a estudar literatura fazendo uma ficha de resumo ou atacando um simulado.
Descubra seu estilo de aprendizagem e o que fazer para tornar seu estudo mais eficiente neste artigo.

[Ache os cursos e faculdades ideais para você.]

2. Faça um reconhecimento do terreno

Uma boa maneira de se preparar para o vestibular da faculdade dos seus sonhos é saber onde você está pisando. E a melhor maneira de fazer isso é analisar as questões dos anos anteriores de todas as matérias.
Procure os cadernos de prova e gabaritos dos três últimos anos — normalmente eles são publicados no site da própria universidade, na seção “vestibular”.
Com os cadernos de prova em mãos, reproduza a mesma situação de cada um dos dias da prova (não faça mais de uma prova por dia!!): reserve o tempo exigido para a resolução das questões, tranque-se no quarto com água e algum lanche, use apenas o material permitido na hora da prova e faça seu próprio simulado.
Depois de resolver tudo, confira o gabarito, anote o que tem dificuldade, reforce essa matéria e não descanse enquanto não compreender aquilo que não acertou. Faça o mesmo com as demais provas dos anos anteriores.
Após conferir as questões e sua pontuação, com a cabeça fresca, analise o tipo de questão, se tem “pegadinha” e qual a proporção de questões fáceis, médias e difíceis, por exemplo. Isso não garante que você adivinhe como vai ser a próxima prova, mas deixa você mais tranquilo e preparado para o que está por vir.

Encontre aqui provas de outros anos dos principais vestibulares do País.

3. Fique um pouco offline

Na hora da prova, você não vai poder usar o celular, o computador, a calculadora ou qualquer tipo de ajuda. Na sua rotina de estudos, inclua uns momentos completamente desligado de aparelhos eletrônicos, internet, redes sociais, música, celular, calculadora.
Além de ajudar na concentração e fazer com que os viciados não passem mal na hora da prova por não poderem usar celular, resolver as questões sozinho treina o raciocínio e a agilidade, qualidades importantes para quem quer passar no vestibular. Ou você quer perder minutos preciosos da prova de matemática porque não está acostumado a fazer contas de dividir e multiplicar sem a calculadora do lado?

4. Saco vazio não para em pé… nem estuda direito.

Cuide do corpo e da mente para aguentar a maratona de estudos. Não é o momento de encarar dietas malucas, virar noite na base do café + refrigerante + energético + guaraná em pó, ou se entupir de doces e chocolates “pra dar energia”. É uma época de privações, sim, mas não de se detonar. Dê ao corpo as três coisas que ele mais vai precisar: dormir, comer, mexer.

Dormir: estabeleça uma rotina de quantidade de horas de sono, com hora para dormir e para acordar, respeitando os seus limites. Algumas pessoas precisam de 10 horas de sono para funcionar no dia seguinte, outras sentem-se bem com 5 horas. Descubra a quantidade ideal de sono para você e siga essa rotina. Procure manter essa rotina também nos fins de semana. É que uma noite maldormida, seja por motivo de estudo ou de festa, tem muito mais consequências do que dificuldades de raciocínio, concentração e memória no dia seguinte. Pesquisas indicam que o organismo pode levar até 10 dias de sono normal para se recuperar de uma noite em claro!

Comer: assim como o sono, sua alimentação precisa ser regrada, sem excessos ou privações. Prefira os alimentos naturais aos industrializados e procure comer frutas, verduras e legumes. Eles fornecem as vitaminas que seu cérebro vai consumir para resolver aqueles exercícios todos! Evite o excesso de cafeína, principalmente à noite, e tome muito cuidado com os doces e chocolates em excesso. Eles dão a sensação de aumento de pique num primeiro momento, mas em seguida acontece o efeito rebote: a glicose cai a níveis mais baixos do que antes, fazendo com que você entre num ciclo de consumo de mais doces ou, dependendo do organismo, sinta-se fraco e até mesmo tenha desmaios. Vai ficar fora de casa muitas horas com aulas no cursinho? Carregue sempre um lanche leve e saudável na mochila.

Mexer: pode ser que você não consiga encaixar a academia ou o futebol com os amigos por uns tempos enquanto estuda para o vestibular. Mas se puder, ótimo! Uma caminhada, natação ou passeio de bicicleta também ajudam a desestressar a mente e oxigenar o corpo.
Faça também pequenos intervalos nas horas de estudo para se mexer. Levante da cadeira, alongue a coluna, os braços e pulsos, relaxe os ombros e respire! Faça isso a cada 45 minutos, aproximadamente. Se estiver no cursinho, aproveite os intervalos para caminhar pela sala, esticar as pernas, dar uma volta pelo corredor. A tensão nos ombros e pescoço pode prejudicar o fluxo de sangue e, consequentemente, a oxigenação do cérebro, tudo o que você não quer quando está estudando!

5. Troque a procrastinação pelo foco

Deixar para a última hora é um verdadeiro tiro no pé para o vestibulando. Se você tem a tendência de empurrar as tarefas chatas com a barriga e arrumar desculpas para não seguir seu plano de estudo, combata a procrastinação com técnicas que ajudam a manter o foco — e algumas fazem a gente produzir mais sem nem perceber o tempo passar.
Veja três métodos fáceis e comprovados para ter foco nos estudos neste artigo

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6. Leia mais para escrever melhor

Os livros obrigatórios, revistas semanais, artigos em jornais, algum livro mais leve sobre um assunto de que você gosta…
A leitura ajuda muito a organizar as ideias para fazer a redação do vestibular, dá repertório e cultura, elementos para argumentar bem, vocabulário mais rico e reforça a gramática e ortografia.
E além de melhorar a redação, ler bastante ainda tem dois ótimos efeitos colaterais: ajuda a se expressar melhor nas questões dissertativas e, no caso de jornais e revistas, garante que você não vai ficar boiando nas questões sobre atualidades.

Veja mais artigos sobre como fazer uma boa redação aqui.

7. Não faz mal pular os obstáculos de vez em quando

Sabe quando a gente empaca em uma questão difícil? Em vez de ficar remoendo e se desgastando para chegar à solução, às vezes o melhor mesmo é deixar o problema de lado, dar um tempo, fazer outras coisas ou estudar outras matérias e voltar um, dois dias depois, com a cabeça fresca. O mesmo vale para o dia da prova do vestibular. Encontrou uma questão muito difícil? Pule para a seguinte e volte depois para resolver.

8. Crie seu próprio código de estudo

Alguns usam canetas coloridas, outros preferem resumir tudo em fichas e há aqueles que criam ícones e símbolos para representar conceitos. Não existe uma fórmula única de sucesso para as anotações do vestibulando. O ideal mesmo é descobrir o que funciona para ajudar você a memorizar, compreender, analisar e absorver o conteúdo.

9. Pergunte… e responda!

Se estiver frequentando aulas, aproveite para perguntar, tirar todas as dúvidas. Não tenha vergonha, mesmo que a pergunta pareça boba para você. Leve para a sala de aula aqueles exercícios e questões de prova que você não conseguiu resolver.
Ensinar também ajuda a aprender, sabia? Encontre colegas com quem você tem afinidade e recorra a eles para trocar conhecimento. De repente ele precisa de ajuda em uma matéria que para você é tranquila e pode te ajudar naquelas que você tem mais dificuldade… algumas pessoas até estudam melhor em grupo.

10. Ligue os pontos
Procure enxergar a conexão entre temas, disciplinas e atualidades. Muitas universidades incluem questões multidisciplinares em suas provas do vestibular, seja no formato objetivo ou dissertativo. Ter uma visão mais ampla e conectada das coisas também ajuda a fixar conceitos e a combater o “branco” na hora da prova. É só ir puxando o fio do raciocínio que você consegue lembrar do que precisa.

Com 56 candidatos por vaga, medicina volta a ser o curso mais concorrido da USP

Do UOL, São Paulo

A Fuvest (Fundação Universitária para o Vestibular), que seleciona alunos para a USP (Universidade de São Paulo) e para a Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa, acaba de divulgar a concorrência do vestibular 2013. Medicina é o curso mais disputado com 56,43 candidatos por vaga, seguido de engenharia civil, em São Carlos, com 53,18 c/v, e publicidade e propaganda com 48,46 c/v.

Medicina volta a ser o curso mais concorrido da Fuvest, após ficar atrás da graduação de engenharia civil, em São Carlos, no ano passado.

Veja os dez cursos mais concorridos

Curso Candidatos/vaga
Medicina 56,43
Engenharia Civil – São Carlos 53,18
Publicidade e Propaganda 48,46
Ciências Médicas – Ribeirão Preto 45,45
Relações Internacionais 42,90
Jornalismo 41,57
Psicologia 37,87
Artes Cênicas – Bacharelado 36,13
Audiovisual 35,80
Design 34,65

Inscritos por área

Áreas Candidatos Treineiros Total
Humanas 53.875 8.256 62.131
Biológicas 44.207 5.917 50.124
Exatas 40.012 7.342 47.354
Total geral 138.094 21.515 159.609
  • Fonte: Fuvest

A universidade recebeu 159.609 inscrições para o vestibular 2013. O número representa um aumento de 8,6% em relação ao ano passado, quando foram recebidas 146.892 inscrições.

Segundo a assessoria de imprensa da Fuvest, o número de inscritos no vestibular 2013 é o segundo maior da história da instituição, ficando atrás somente do ano de 2006, que teve 170.474 participantes – nesse ano, a Academia de Polícia Militar do Barro Branco ainda fazia parte do vestibular da Fuvest.

Provas

A primeira fase será no dia 25 de novembro, com início às 13h. A prova é composta por 90 questões de múltipla escolha, sendo o conteúdo das disciplinas do núcleo comum obrigatório do ensino médio: português, história, geografia, matemática, física, química, biologia, inglês, e algumas questões interdisciplinares. A duração da prova será de cinco horas.

Na segunda fase os candidatos realizarão três provas analítico-expositivas, obrigatórias para todos os inscritos convocados, e acontecerá entre 6 e 8 de janeiro de 2013. A primeira prova é composta por uma redação e dez questões de interpretação de textos, gramática e literatura. Já na segunda, os candidatos realizarão as provas de história, geografia, matemática, física, química, biologia e inglês.

Por fim, os candidatos realizarão a terceira prova, composta pelas disciplinas de acordo com o curso escolhido.

A primeira chamada está prevista para 2 de fevereiro de 2013. Outras informações podem ser obtidas no site da Fuvest.

As informaçoes foram fornecidas pela instituiçao e podem ser alteradas por ela sem aviso prévio. É recomendável confirmar datas e horários no site oficial.