EUA é o país que mais recebe bolsistas do Ciência sem Fronteiras

Cerimônia de lançamento dos novos portais de E...
Cerimônia de lançamento dos novos portais de Estágios & Empregos e de Acompanhamento do Ciência sem Fronteiras, no CNPq, em Brasília. Local: Brasília, Data: 17/04/2013 Foto: Giba/Ascom do MCTI (Photo credit: MCTIGovBr)

Foram concedidas até agora mais de 43 mil bolsas de estudo. A meta do governo é alcançar 101 mil até dezembro de 2014

O Programa Ciência sem Fronteiras concedeu 43.609 bolsas em graduação e doutorado-sanduíche, pós-doutorado, doutorado pleno e bolsa Jovens Talentos e Pesquisador Visitante, desde julho de 2011, quando foi lançado, o equivalente a 43,17% da meta. O balanço foi divulgado pelo Ministério da Educação (MEC). A meta do programa é oferecer, em quatro anos, 101 mil bolsas. Dessas, 26 mil são financiadas pela iniciativa privada.

O país com o maior número de bolsistas é os Estados Unidos, com 9.788. Em seguida, está a França, com 4.725; e o Canadá, com 4.428. Portugal, cujas bolsas foram suspensas no começo do ano e a procura era superior a dos demais países, está em sexto lugar, com 3.103 bolsas.

“Não vamos ter dificuldade em cumprir a meta do Ciência sem Fronteiras”, disse o ministro da Educação, Aloizio Mercadante. Ele explica que a contagem do governo se dá pelas bolsas aprovadas e que nem todos os 43 mil estudantes estão no exterior.

Segundo Mercadante, “todas as bolsas serão concedidas até dezembro de 2014”, declarando que alguns desses estudantes vão embarcar para os países para os quais foram selecionados apenas em 2015. O programa, de acordo com o ministro, “é um dos maiores programas de bolsa de estudos do mundo e um dos programas mais bem avaliados por onde a gente passa pelo mundo”.

Um dos objetivos é que os estudantes aprendam uma segunda língua. Para que possam participar dos editais, que exigem proficiência em inglês, o MEC lançou o Programa Inglês sem Fronteiras, que oferece aulas online e presenciais, além da aplicação de testes para verificar o nível de inglês dos universitários brasileiros. De acordo com o MEC, são 453.804 alunos cadastrados no módulo online. Foram enviadas 395.647 senhas. Estão ativos 348.988 alunos. A meta é entregar 2 milhões de senhas até 2014. No módulo presencial, são atendidos mais de 20 mil alunos.

O Ciência sem Fronteiras visa a promover a mobilidade internacional de alunos e pesquisadores e incentivar a visita de jovens pesquisadores qualificados e professores experientes ao Brasil. As áreas prioritárias são: ciências exatas (matemática e química), engenharias, tecnologias e ciências da saúde. O programa mantém parcerias em 35 países.

Agência Brasil

As regras básicas do networking internacional

Antes de sair trocando cartões com estrangeiros, headhunter recomenda que os profissionais façam a “lição de casa”. Confira o que deve ser feito

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, de Homem puxando mala no saguão de aeroporto

Conhecer a cultura do local de destino é fundamental para não cometer gafes

São Paulo – À medida que você sobre alguns degraus na carreira, as chances de ter a oportunidade de cruzar a fronteira brasileira para viajar a negócios aumentam. E com as viagens vêm também as possibilidades de engordar a agenda de contatos com profissionais de outros países.

Mas engana-se quem pensa que ter um bom domínio do inglês é o que basta para se dar bem no networking internacional. De acordo com Fábio Souza, headhunter da De Bernt Entschev é preciso fazer uma lição de casa antes de sair trocando cartões com estrangeiros e também se esforçar para que estes novos contatos se transformem em relacionamentos profissionais duradouros. Confira:

1 Pesquise as atualidades do país pra o qual você vai viajar

“É importante estar atualizado a respeito do momento daquele país”, diz Souza. Procure notícias recentes sobre política, economia e outros temas correntes.

Reúna o máximo de informações que você puder. “Um dos motivos mais importantes de estar atualizado é abrir espaço e dar segurança na hora de iniciar uma conversa”, diz Fábio. Lembre-se de que estar bem informado sobre o que está acontece no país vai ajudá-lo também a causar uma boa primeira impressão porque demonstra que você é uma pessoa interessada.

2 Descubra diferenças culturais

Conhecer a cultura local pode salvá-lo de entrar em enrascadas e cometer gafes. “Pode evitar situações embaraçosas”, diz Souza.

Acostumados com abraços, tapinha nas costas e beijos no rosto (no caso das mulheres), os brasileiros podem se dar em outros lugares, conhecidos por manterem uma certa distância nas relações profissionais. “Esse é um erro que acontece muito, os europeus, por exemplo, são mais frios e abraçar pode pegar mal”, diz Souza.

Estar alinhado com aspectos da cultura local vai certamente fazer com que você saia na frente em uma negociação, de acordo com Souza. “O profissional pode ganhar até mais competitividade”, diz o headhunter.

3 Aposte na tecnologia para manter e fortalecer o relacionamento

A melhor maneira de aproveitar os contatos feitos em uma viagem de negócios é lançar mão de ferramentas tecnológicas. Redes sociais como o LinkedIn são o primeiro passo na hora de fazer a manutenção desses contatos, segundo Souza.

Mas não pare por aí, programas como o FaceTime ou Skype são uma ótima alternativa de se fazer presente mesmo estando a um oceano de distância. “Hoje existem ferramentas que dão essa possibilidade de conversar mais uma hora, ver e ouvindo a pessoa do outro lado e sem custo algum”, diz Souza.

Bolsas de Estudo para a França – CAPES-BRAFAGRI

Publicado em 09/01/2013 às 13:53

Por meio do Programa CAPES-BRAFAGRI, o Curso de Engenharia de Alimentos (EQA) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)  oferece aos seus alunos bolsas de estudo para as universidades AgroParisTech e ONIRIS, na França.

As bolsas incluem auxílio financeiro, transporte, taxa de instalação e seguros.

As inscrição estarão abertas até o dia 12/3/2013.

Mais informações no Edital de Seleção.