Passei na UFSC e na ESAG (UDESC). Qual o meu segredo?

Ex-aluna do Energia conta como organizou seu estudos para passar no vestibular

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Luiza Bonin foi aluna do Sistema de Ensino Energia de Rio do Sul e obteve êxito nas duas universidades mais concorridas de Santa Catarina. Passou no vestibular em ADM na ESAG/UDESC e em Engenharia de Materiais na UFSC. Seus dois irmãos também fazem Engenharia na UFSC.

CRISTIAN: Você planejou seus estudos? Como foi?

LUIZA: -Eu planejei sim.

-Estudava mais para as matérias que tinha mais dificuldades, e fazia os exercícios do dia sempre naquele dia.

-O que restava era feito aos sábados e não costumava estudar nos domingos.

-Tinha noção da nota de corte que eu precisava alcançar e ia atrás daquilo.

-Fiz muitas provas antigas, o que é fundamental principalmente pra UDESC.

-E uma das coisas que mais me ajudou foi ser tranqüila e confiante, tinha no meu subconsciente sempre uma firmeza que eu iria passar.

Isso, exatamente isso.

CRISTIAN: Depois que você passou nos vestibulares, mudou sua forma de avaliar seus estudos?

LUIZA: -Este final de semana que passou a Dandara (ex-aluna energia que passou em ADM na ESAG/UDESC e em Odontologia na UFSC) e eu, viemos juntas para Rio do Sul e estávamos comentando do que deu certo, e do que a gente podia ter estudado mais e diferente.

-Agora a gente tem outra noção, e uma das coisas que estávamos comentando é que muito mais do que a quantidade de estudo, a QUALIDADE dele é muito importante

Esse dois fatores aliados ninguém derruba!

-Mas por exemplo, tinha dias que passávamos a tarde inteira na biblioteca fazendo exercícios de uma ou duas matérias porém o ganho em conteúdo era pequeno. O segredo está em estudar as coisas certas. Ter uma estratégia de estudos.

CRISTIAN: Que tipos de materiais você utilizou para estudar?

LUIZA: Essa é outra coisa importante.

-Como os professores conhecem muito bem a apostila, a aula deles é direcionada para os exercícios da apostila, aí tu observa a aula que é muito boa e consegue fazer os exercícios. A partir disso tu pensa que sabe tudo sobre o assunto, o que pode ser uma ilusão.

-Então é importante que o aluno tenha um senso crítico quanto a isso, que leia o assunto na apostila ou em outros livros (estes ajudam muito) para ir um pouco além, porque o vestibular quase sempre vai.

CRISTIAN: Que outros conselhos você pode dar aos alunos que vão prestar vestibular?

LUIZA: Acho que deve colocar também que é importante ter um momento pra fazer algo que realmente goste, uma atividade de lazer ou esporte. Eu faço Judô.

-Tem um fator chave: As companhias no ano do vestibular fazem toda a diferença, é um ano que é bom ter amigos que realmente querem estudar ou que pelo menos respeitem o seu estudo.

-Os alunos devem sugar os professores, tirar o máximo de conhecimento que conseguir, pois os professores sabem muito mais do que passam em suas aulas.

-E a última dica é o treino: Fazer muitas, mas muitas provas de vestibulares anteriores e simulados, e um dica, com o tempo cronometrado, por que no dia do vestibular o tempo para fazer a prova voa, e você tem que estar acostumado com a pressão e o ritmo.

Rio do Sul, 13 de maio de 2009

A DIFÍCIL HORA DA ESCOLHA

Optar por um curso é mais que escolher uma carreira: é esboçar um projeto de vida.

· O sr. é bastante crítico aos testes vocacionais. Eles não são úteis para ajudar o jovem na escolha de sua profissão?

Silvio Bock – Os testes pretendem mais que isso: em geral se pensa que através de perguntas e respostas pode-se chegar a definir a vocação de uma pessoa. Estou certo de que os testes são um instrumento incapaz de medir aquilo a que se propõem. Primeiro porque partem do pressuposto de que as profissões e as pessoas não mudam. Segundo porque pretendem que deve haver uma harmonia perfeita entre pessoas e profissão – e ambas são dinâmicas, mutáveis.

· Mas escolher uma profissão não significa, antes de mais nada, descobrir a própria vocação?

Silvio Bock –Também sou cauteloso quanto a essa história de vocação. Na verdade o conceito de vocação sempre foi utilizado como justificador e legitimador de desigualdades sociais: o negro como trabalhador braçal, mulher como refém da maternidade; isso no fundo é o mesmo que dizer que umas pessoas nascem para mandar e outras para a subserviência. É a tal da vocação genética, que vem a ser o determinismo biológico. Eu costumo dizer que quem tem vocação biológica são os animais. Isto é, uma abelha já nasce absolutamente determinada para se relacionar com o mundo de uma forma específica, e ela sempre o fará da mesma maneira desde que não aconteçam mudanças radicais na natureza. Já o ser humano não nasce com nenhuma determinação biológica nesse sentido, e portanto é livre para ser o que quiser.

· O que significa, então, escolher um curso ou uma profissão?

Silvio Bock –Antes de mais nada, escolher uma profissão é esboçar um projeto de vida. Não se trata apenas de se perguntar: faço Química ou faço Física? A pergunta mais apropriada é: que projeto de vida eu desejo para mim? Estabelecer e fixar esse projeto é mais que uma escolha, pois implica principalmente renunciar a várias outras escolhas possíveis. Uma pessoa pode amar várias profissões em perspectiva e ter de escolher uma. Será preciso decidir e essa decisão é um ato de coragem que significará perda. Às vezes é máis difícil admitir as perdas da renúncia que assumir o ganho da escolha em si.

· Que fatores devem pesar na hora da escolha?

Silvio Bock –Em primeiro lugar, ninguém deve esperar que a escolha se manifeste de uma forma mágica, como uma iluminação que vem do céu. Encarar a escolha significa, antes de mais nada, encarar o conflito que se trava dentro de nós. É uma coisa às vezes dolorosa, cansativa e angustiante, mas que deve ser enfrentada. O jovem deve buscar informações, colocar o seu conflito para fora. Enfim, sistematizar o que está buscando. Há maneiras de se informar sobre as profissões existentes, de saber o que pensam os profissionais de cada área e, principalmente, o que pensa o próprio interessado a respeito. Ele se deve colocar a questão do prazer e da realização pessoal, do mercado e da contribuição social. e não deve sentir vergonha de ter dúvidas. É um engodo a concepção de que se deve ter em mente desde pequeno o que se vai ser quando crescer. No fundo, por ter todos os caminhos ainda abertos à sua frente, o indeciso tem todas as possibilidades de fazer uma boa escolha.

· Nesse processo de escolha, ouvir as outras pessoas é uma boa?

Silvio Bock –Naturalmente. Claro que se alguém disser “você deve”, desconfie. E salutar conversar com os pais, com os mestres e com as pessoas mais experientes que trabalham em ocupações distintas. Acho mesmo que as escolas deveriam fazer um trabalho sério de orientação profissional, especialmente na de segundo grau, mas vejo que a maioria delas continua omissa quanto a isso. Certamente os jovens podem chegar a escolhas adequadas sem o trabalho de um orientador, mas com a sua ajuda eles organizariam melhor sua reflexão.

· Até que ponto a interferência dos pais na escolha profissional dos filhos é benéfica?

Silvio Bock –No próprio processo de vida do jovem os pais interferem desde o começo. Isso é inevitável. No passado o pai mapeava o espectro social e distribuía papéis ocupacionais para os filhos: você var ser advogado, você médico, você engenheiro ou bispo. Hoje a diferença é que os pais já não interferem autoritariamente. O problema é às vezes o inverso: por excesso de liberalismo, muitos pais acabam se omitindo. Por isso é importante que o jovem tome a iniciativa de falar a respeito com os pais, dialogar com eles conscientemente. Deve-se conhecer as expectativas deles a seu respeito, por que não? O diálogo traz sempre um ganho interessante. Agora, a decisão final tem de ser sua. É frequente ouvir hoje em dia: “Eu não quero decepcionar meus pais, por isso vou fazer tal curso”. É um discurso oposto ao dos ano 60 e 70, quando o costume era dizer: “Meus pais que se danem, não tenho culpa de ter sido posto no mundo”. Ambas as posições são extremadas e é possível que a razão esteja no meio.

· A maioria dos jovens geralmente tem dúvidas entre cursos de áreas afins (por exemplo: Física ou Engenharia Elétrica), mas há quem hesite entre cursos muito diferentes (Química ou Letras). Isso é absurdo?

Silvio Bock –De modo algum. As profissões são antagônicas apenas na aparência. A lógica da conveniência diz: você está absolutamente confuso, meu caro. Mas a realidade responde: isso é absolutamente possível. Por que é que a escolha deve ser somente entre sorvete de morango e sorvete de abacaxi? Pode ser que você queira escolher entre sorvete e hambúguer! Muitas pessoas são realmente capazes de demonstrar aptidões para atividades as mais distintas. É ainda uma questão de escolher.

· Na hora da escolha, o jovem deve apostar na carreira que mais se aproxima das matérias em que ele se destaca?

Silvio Bock –Pode ser útil como um primeiro indicador, mas não é um critério absoluto. O fato de não se ir bem numa disciplina não significa que se deva evitá-la a todo custo. Na verdade a correlação entre matéria escolar e profissão tem menos a ver do que geralmente se pensa. Gostar tem a ver é com a experiência concreta. Odeia-se hoje História e amanhã um determinado professor poderá torná-la um matéria fascinante. As pessoas simplesmente têm potencialidades insuspeitadas.

· O potencial econômico da uma profissão deve pesar na balança no momento da escolha?

Silvio Bock –As pessoas costumam colocar a questão desta forma: eu quero uma profissão que me satisfaça intimamente ou que me realize financeiramente? A colocação é falsa porque pressupõe que o que satisfaz não realiza. De um modo geral a idéia de priorizar o mercado merece lá as suas reservas. Primeiro porque a profissão pode vir a não “realizar” o profissonal na medida em que ele passa a se sentir descontente com aquilo que não o “satisfaz”. E segundo porque o mercado é dinâmico e as situações se modificam com o tempo: profissões promissoras podem não o ser amanhã e vice-versa. Avaliar conscientemente o mercado é válido e pode ser importante como um elemento a mais na escolha profissional, mas não é o único e nem o primeiro.

· Que fazer em relação às carreiras que se foi obrigado a descartar?

Silvio Bock –As profissões descartadas, por serem as mais próximas da escolha principal, devem ser colocadas como segundo e terceira opções. Acontece que, de um modo geral, o problema para a maioria dos vestibulandos não é propriamente escolher a profissão, mas passar no vestibular. Passando, seja lá no que for, eles se sentem compensados. Penso que, nesse aspecto, o jovem não deve fazer concessões. Por exemplo, em hipótese alguma ele deve escolher um curso menos concorrido apenas porque as chances de entrar são maiores. Nem tampouco buscar o mais concorrido por imaginar que assim ele estará valorizando a sua escolha. Nada disso. A escolha deve ser consciente, mas também sensata.

UNICAMP 93 (REVISTA DO VESTIBULANDO)

Fonte: http://www.estudantes.com.br/vocacional/entrevista.asp

A Rota do Sucesso

Henrique Meirelles
Pres. Geral do Bank Boston
Liderar é uma combinação de vocação com treinamento. Ao mesmo tempo que é inato, porque não é qualquer um que consegue exercer liderança, é também fruto de muita dedicação e preparo. Se pudesse resumir toda a complexidade que envolve liderança em uma idéia seria a de que liderar é transmitir um sonho. É preciso inspirar as pessoas a chegar a um lugar em que elas ainda não estão. Não basta motivar-se, tem de motivar os outros. Não é suficiente ter uma idéia clara de onde ir, mas principalmente de como ir. O mais completo é o que sabe também assumir a função de gerência.
Talvez o aprendizado mais importante seja a necessidade de definir claramente as regras do jogo. Seja na política, seja numa empresa global, seja num campo de futebol, o primeiro degrau para o sucesso é entender o que pode e o que não pode, o que deve e o que não deve. Faz parte do papel de um líder colocar isso na cabeça de todos.
Esta definido pela evolução da sociedade que prevalece a vontade da maioria em qualquer circunstância, seja no município, seja no Estado, seja no governo federal. Isso elimina o conflito. Na empresa, o poder reside na assembléia de acionistas. É ela que define as regras do jogo e nomeia o conselho de administração. Os executivos contratados devem gerir a empresa balizados por essas regras.
Veja: Que características são indispensáveis a um profissional que ambicione uma carreira como a sua?
Henrique Meirelles: Tenho que pensar no que eu procuro quando vou contratar um profissional. A primeira coisa é o preparo. É muito importante que a pessoa domine as ferramentas básicas para a função. Um exemplo: quem quer trabalhar no departamento financeiro de uma empresa precisa conhecer finanças. Parece óbvio, mas muita gente negligencia o básico, achando que pode sair-se bem apenas com determinação e jogo de cintura. Há alguns anos, peguei um táxi numa capital latino-americana. O motorista era articulado e começou a criticar o ministro da Fazenda do pais. Chamou minha atenção pela inteligência, capacidade de comunicação e nível de informação. Só que o táxi estava mal cuidado, amassado, sujo e ele dirigia mal. Na semana seguinte, estava em Zurique e perguntei a um motorista de táxi o que ele achava do ministro da Fazenda. Ele não sabia sequer o nome do sujeito. Mas seu carro estava arrumado, limpo, bem conservado. Dirigia muito bem e me levou sem sobressaltos ao desatino. O segundo motorista evidentemente estava mais bem preparado para o trabalho que o outro. O segundo ponto que levo em consideração é se o candidato gosta do que faz.
Veja: Gostar do trabalho faz realmente diferença?
Henrique Meirelles: Faz toda. E é preciso deixar isso claro. Vou dar um exemplo. Há muitos anos, contratei uma recepcionista. Com alguns dias de trabalho, notei que ela recebia as pessoas de forma muito sisuda. Conversando com a moça, descobri duas coisas. A primeira foi que ela não gostava de sorrir. A segunda, que ela não gostava de ser interrompida quando envolvida em alguma tarefa. Ora, ninguém é obrigado a gostar de sorrir e achar legal ser interrompido. Só que recepcionistas, por definição, são interrompidas e sorriem. Precisam demonstrar satisfação e prazer em receber. Ela não servia para o cargo.
Veja: Então esse é o grande segredo? Ter competência técnica e gostar do que se faz?
Henrique Meirelles: Essas são apenas as premissas básicas. Há uma qualidade rara, que eu chamo de assunção de responsabilidade pelo resultado. Significa saber se responsabilizar pelo trabalho. Funcionários com essa característica são mercadoria preciosa. É fácil reconhecer um. Ele nunca diz “Não foi minha culpa”, uma das frases mais irritantes que um chefe é obrigado a ouvir. Nem se sente injustiçado quando responsabilizado pelo fracasso de uma missão que repassou a seus subordinados. É bem mais comum encontrar funcionários que despejam explicações e concluem dizendo “Fiz a minha parte”. Ora, meu trabalho é fazer com que o banco não perca crédito, dê lucro e satisfaça os clientes. A partir daí, o que está acontecendo com a economia é um problema que eu tenho de lidar.
Definindo bem o resultado que se espera, todos podem focar o mesmo resultado. Definidos os resultados esperados, o profissional que quer obter sucesso deve fixar padrões pessoais de excelência superiores à média. É fundamental. Os resultados que você espera de si mesmo têm de estar à frente daqueles que seus colegas, na maioria, esperam de si próprios. É comum eu me sentar com um subordinado para comunicar que nós dois estamos definindo o que é resultado satisfatório de maneiras diferentes. Às vezes, o que ele julga bom para ele não é suficiente para mim. Como eu sou o chefe, ou à pessoa se adapta ou procura outro trabalho.
Veja: À exceção da competência técnica, tudo o que o senhor citou pode ser qualificado como inteligência emocional.
Henrique Meirelles: É isso mesmo. Gostar do que se faz, assumir responsabilidade, focar resultados e ter padrão de cobrança pessoal elevado são componentes emocionais.
Veja: O senhor é ambicioso?
Henrique Meirelles: É preciso definir o que é ambição. Agora há pouco eu disse que é necessário fixar padrões de excelência pessoal acima da média para obter sucesso. Isso pode ser considerado ambição. Quero sempre entregar os melhores resultados.
É importante que todo profissional seja remunerado de forma justa. Mas não se pode tomar decisões profissionais colocando essa preocupação em primeiro lugar.
Entrevista com o SR. Henrique Meirelles, Presidente Mundial do BankBoston, publicada na Revista Veja, Ano 34 – Nº 9 de 07/03/2001

Jovens não sabem como se comportar ao entrar no mercado de trabalho

Fonte: Karin Sato  –  20/02/08 – 08h54  –  InfoMoney

SÃO PAULO – Os jovens não se comportam de forma adequada no ambiente corporativo, menos por má vontade e mais por desconhecer suas regras, que, infelizmente, na maioria das vezes, são rígidas.

Eles usam programas de mensagens instantâneas para falar com amigos, visitam sites indevidos, usam roupas inadequadas, como jeans rasgados, bermudas e blusas com decotes grandes, além de falar gírias e pecar no quesito simpatia.

Dicas
Antes de cometer uma gafe, acompanhe as dicas da consultora de etiqueta profissional, Renata Mello.

Se você é candidato a uma vaga de emprego, na entrevista, lembre-se:

  • Demonstre boa vontade, sorria ao interagir com o entrevistado;
  • Preste atenção na maneira como você se senta, evite sentar esparramado, como se estivesse na faculdade ou no cursinho;
  • Evite ficar balançando o pé ou a perna, uma vez que o entrevistador pode entender isso como ansiedade;
  • Se ficar esperando em pé, não se encoste nem ponha o pé na parede. Mantenha a postura ereta e firme;
  • Evite se atrasar. Se acontecer, peça desculpas e não fique culpando o trânsito;
  • Não entre na sala de entrevista sem pedir licença;
  • Procure informações sobre a empresa, antes da entrevista. Entre na internet e converse com os amigos. Isso aponta interesse e iniciativa. Mas jamais demonstre ser o “senhor sabe tudo”;
  • Procure se vestir de acordo com o perfil da empresa, sem exageros;
  • Ouça as perguntas com atenção e procure ser objetivo nas respostas;
  • Cuidado com o português. Fale correto, mas não necessariamente usando palavras difíceis. Elas podem ser uma armadilha;
  • Se não entender a pergunta, tire suas dúvidas, para responder adequadamente;
  • Simpatia e descontração pode ajudar a conseguir o emprego. Mas cuidado com a famosa pose ou tratamento de “brother”, tão em voga. Ela é assustadora para as empresas.

Você conseguiu o emprego. Atenção para essas regrinhas básicas:

  • Seja comprometido com a empresa;
  • Não confunda sua sala de trabalho com uma sala de estar. Evite usar seu telefone celular ou o da empresa para ficar conversando com amigos;
  • Cuidado com o uso dos programas de mensagens instantâneas no horário do trabalho. Procure descobrir qual é o procedimento da empresa e evite ao máximo usar;
  • É inaceitável usar jeans rasgados, roupas tipo skatistas, decotes profundos e saias ou blusas curtas em um ambiente corporativo. Essas peças só são permitidas se você trabalhar em lojas de moda ou em locais que permitam esses trajes;
  • Cuidado com o corte dos cabelos e as cores exageradas;
  • Não use gírias nem gerúndios (por exemplo: “vou estar perguntando”) ao conversar com colegas e clientes;
  • Não fale ao telefone com a boca cheia;
  • Ao usar e-mails, atenção à escrita. Seja breve. Evite envio de e-mails pessoais em sua caixa postal de trabalho. Eles podem ser acessados pela sua chefia, pois a máquina é da empresa e não sua;
  • Preste atenção ao seu tom de voz;
  • Assuma seus erros;
  • Preste atenção aos níveis hierárquicos da empresa. Você é chefiado por alguém, e é a essa pessoa a quem você precisa responder e acatar ordens;
  • Cuidado com o termo “tipo assim”. Não use;
  • Seja pontual.