3 motivos que levam profissionais às sessões de coaching

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Executivos conversando

Sulivan França, presidente da Sociedade Latino Americana de Coaching (SLACoaching), diz que a procura por coaches tem crescido bastante

São Paulo – Uma das alternativas para dar um empurrãozinho na carreira é passar por um processo de coaching, dizem os especialistas. A partir de ferramentas específicas, o auxílio de um coach, em alguns casos, pode ser essencial para que o profissional atinja metas e objetivos de ascensão no mundo corporativo.

Segundo Sulivan França, presidente da Sociedade Latino Americana de Coaching (SLACoaching), a procura por coaching profissional tem crescido bastante. “Na comparação entre outubro de 2012 e outubro de 2011, a alta é de 280%”, diz.

Se os números comprovam a ganho de território dos coaches, qual é o momento certo para apostar nos serviços deste tipo de profissional? E quem deve procurar? Segundo  França, a iniciativa tem partido tanto das organizações quanto dos próprios profissionais.

“Hoje, 60% da demanda vem das organizações e 40% dos próprios profissionais”, diz. Ainda, de acordo com ele, são basicamente três cenários que levam à procura pelos processos de coaching, confira quais são:

1 Transição de Carreira

Deixar uma atividade consolidada e partir para o novo nem sempre é fácil. Por isso, a escolha de novos rumos profissionais leva muita gente para as salas dos coaches, explica França.

Isso acontece porque antes de dar uma guinada na carreira é preciso levar alguns aspectos em consideração, para que a mudança seja o mais tranquila possível.

Descobrir interesses, aptidões e habilidades e, combiná-las com a demanda do mercado, encontrando a atividade ideal para o seu perfil profissional são os pontos principais do coaching voltado para mudança de carreira, explica o especialista.

“Nesse caso o processo é focado nesta transição, para que a pessoa se encontre, ache a carreira correta para ela”, diz França, lembrando que mudanças de departamento e de área na mesma empresa também levam profissionais às sessões de coaching.

2 Cargo de liderança à vista

Se o esforço individual pode garantir a sonhada promoção a chefe, o sucesso na hora de gerir uma equipe demanda novas habilidades e competências. É neste momento que o coach entra em cena, explica França.

“O profissional que nunca liderou vai precisar desenvolver esta habilidade, aprender a desenvolver pessoas e manter o foco no resultado. O processo de coaching vai fazer a junção disso”, diz.

3 Perspectiva de um grande projeto

De acordo com França, a perspectiva de tocar um importante projeto na empresa também é um tema recorrente nos processos de coaching.

“Geralmente o profissional não ainda não teve a oportunidade de gerir um grande projeto e por isso recebe a ajuda do coach para desenvolver as competências necessárias”, diz.

A direção do processo de coaching, neste caso, será ditada pela demanda do projeto. “É um desenvolvimento específico de competências”, diz França.

5 passos para quem chegou aos 35 e está sem rumo

Confira um roteiro do que você deve começar a fazer desde já para retormar a trajetória profissional certa, de acordo com dois especialistas consultados

São Paulo – No início de carreira é comum pensar que, aos 35 anos, estaremos no auge ou bem perto dele. Mas escolhas erradas e solavancos podem atrasar a trajetória rumo ao topo ou mesmo fazer você se desviar no caminho.

O resultado é que você pode chegar nesta idade e sentir-se sem rumo ou ainda ser invadido pela estranha sensação de não se encaixar na posição que ocupa atualmente. E então, encarar o expediente passa a ser mais penoso com o passar do tempo e, só de ouvir o despertador ao raiar de mais uma segunda-feira você sente um terrível frio na barriga.

Para quem está nesta situação e procura uma luz no fim do túnel, alguns pontos de reflexão e certas atitudes são indicadas por especialistas. Confira um roteiro do que você deve começar a fazer desde já:

1 Analise o que deve mudar: profissão, carreira ou o foco dela

O momento é de reflexão, diz Caio Tucunduva, diretor da Fesa. “É preciso que o profissional faça uma análise em relação ao que ele quer mudar”, diz o especialista.Se você deseja continuar na mesma profissão pode apostar em uma nova carreira e ampliar seu escopo de atuação.

Outra possibilidade é ajustar o foco da sua carreira. “Atuar dentro do mesmo core business, mas migrar da área técnica para de gestão”, explica o diretor da Fesa. Geralmente ao se formar, o profissional inicia carreira com uma atuação mais técnica, estando ainda “cru” em termos de gestão. “Com o tempo a tendência é esse quadro ir se invertendo”, diz Tucunduva.

Você pode descobrir que o fato não ter ultrapassado o patamar técnico é a raiz do problema. A mudança mais radical dentre as apresentadas é a de profissão, e pressupõe que você dê um passo atrás para avançar mais pra frente.

2  Pontos fortes e aspectos que precisam ser desenvolvidos

Seja qual for a conclusão, você deverá ter em mente seus pontos fortes e fracos, antes de iniciar a movimentação. “É identificar as competências que terão que ser desenvolvidas para essa nova carreira, por exemplo”, diz Tucunduva.

Por exemplo, se o objetivo é chegar a uma posição de gestão, será preciso investir em habilidades de liderança, foco em resultado e trabalho em equipe. Se a transição é de carreira ou de profissão, verifique a demanda da nova posição e reflita a respeito do que você já sabe e o que precisa estudar.

3 Pense nos seus reais objetivos e prioridades

Qual é a lógica que sustenta a sua carreira? “A gente costuma fazer essa provocação para a pessoa pensar em interesses e propósitos e estimular que ela tenha consciência do seu repertório e imaginar em quais outras circunstâncias ela poderia aplicar essas competências”, diz Fernando Mazzuli, gerente de inovação e qualidade do LAB SSJ.

Revisitar sua bagagem profissional, ou seja, lembrar-se das principais entregas de resultado, vai ajudá-lo a definir o caminho. Não se esqueça de que saber aonde você quer chegar é o ponto de partida de um plano de carreira.

“Muitas vezes a pessoa é levada por escolhas que os outros fizeram por elas, foi recebendo recebeu propostas de emprego e se distanciou daquilo que ela valoriza”, diz Mazzuli. Para quem está com 35 anos e está em dúvida em relação ao rumo da carreira, ter consciência das escolhas é fundamental, segundo o gerente de inovação e qualidade do LAB SSJ.

4 Defina metas e prazos e analise o mercado

“Quando os objetivos e prioridades são identificados, o profissional vai saber o que ele precisa fazer para migrar e não perder o foco”, diz Tucunduva.

A partir daí é hora de definir metas e prazos. “É preciso ser realista”, lembra o diretor da Fesa. Dependendo da mudança o prazo pode ser maior ou menor.

Se a direção é oposta, ou seja, você vai mudar de profissão, provavelmente, precisará de mais tempo, do que se se o objetivo é sair do patamar técnico para o de gestão, mudar de empresa ou de escopo de atuação.

Não é mercado que vai ditar a mudança, mas se fazer uma análise da demanda existente é recomendável, de acordo com Mazzuli. “Para trazer mais luz a pessoa deve pensar na escolha com uma visão de longo prazo e verificar as áreas mais promissoras para dar mais tranquilidade”, diz o especialista.

5 Estude o impacto da mudança

Toda e qualquer transição causa um impacto. Por isso é melhor se antecipar a ele e para não ser pego de surpresa. De acordo com o diretor da Fesa, três pilares merecem atenção: social, financeiro e familiar.

Afinal, uma transição de profissão e carreira pode, no início, resultar em perda temporária de prestígio e também de remuneração. É claro que isso não ocorre se a meta é migrar da área técnica para de gestão dentro no mesmo ramo de atuação.

Seguir esse roteiro funciona seja qual for a transição pretendida garante o diretor da Fesa. Foi esse também o caminho percorrido por ele próprio a promover uma transição de carreira em sua vida profissional. “Recomendo esses pontos porque fiz essa mudança”, diz ele.

Engenheiro civil por formação, Tucunduva se estabeleceu como consultor de sustentabilidade e acabou migrando para a área de recrutamento e seleção voltada para o setor de infraestrutura e indústria. De acordo com ele, observar pontos de aderência entre a atuação que ele tinha antes e o que ele desejava foi bastante importante.

“Migrei há 3 anos, mas iniciei esse planejamento há 5 anos. Ainda não tinha expertise mas tinha domínio do mercado porque grande parte dos clientes que eu atendia como consultor de sustentabilidade eram desse setor”, conta.

 

10 passos para ganhar a vida fazendo o que gosta

Por em 24.10.2012 as 18:00

Tem muita gente que adora o que faz e é apaixonado pela própria carreira, mas também tem muita gente que está preso a um emprego que não gosta ou pelo menos que não os motiva.

Trabalhar fazendo o que você adora é bom para você e para seu empregador, sem dúvida.

Mas como transformar o sonho em realidade? Veja estas 10 dicas para transformar sua paixão em carreira:

1 – Busca espiritual

Para ganhar a vida fazendo o que gosta, é preciso primeiro gastar um tempo pensando sobre o que te traz prazer.

Para isto, pense no assunto e descubra quais são as coisas que você gosta de fazer, incluindo o máximo de detalhes e informações específicas que for possível, sem categorizar em uma carreira ou indústria específica.

Somente depois de ter uma lista do que você gosta de fazer, você deve pensar nas carreiras que se encaixam nesta lista.

2 – Separe um tempo para fazer acontecer

Uma vez determinadas as paixões que você gostaria de transformar em carreira, é importante tomar os passos necessários para transformara a ideia em realidade.

Agende um tempo para elaborar o plano que vai te levar lá, e escreva esse plano, mesmo que ele seja detalhado em pequenos passos.

3 – Descubra como lucrar com sua paixão

Para transformar algo que se adora em um negócio, é preciso determinar como se faz dinheiro com isto.

Gaste algum tempo coletando ideias, olhe para sua paixão de diversos ângulos, com a sua perspectiva, a perspectiva do comprador, a perspectiva do usuário final e a perspectiva da audiência. Por exemplo, pessoas que amam arte podem financiar sua paixão de diversas formas, como ensinando arte, trabalhando em uma galeria ou fazendo arte.

4 – Converse com quem já fez o que você quer fazer

Encontre alguém que faz aquilo que você adora, por exemplo, algum empreendedor que esteja trabalhando na sua área de interesse.

Conversar com alguém que já está no mercado e que tem a mesma paixão que você lhe permite descobrir os revezes que lhe esperam, o que vai lhe ajudar a descobrir como criar um modelo de negócio.

5 – Cerque-se de pessoas que o apóiem

Quando você abandonar o seu emprego atual e mudar de vida, vai precisar de pessoas para lhe apoiarem e encorajarem, principalmente por que muita gente não gosta de mudanças, vai se assustar e acabar contribuindo para tentar lhe segurar no passado.

O apoio de amigos fará com que você se sinta menos sozinho, e muito mais corajoso.

6 – Seja destemido

Criar uma carreira pode ser um projeto assustador, mas você não pode ter medo de mergulhar de cabeça.

Muitas pessoas têm medo de tentar fazer o que adoram por terem receio de não serem bons ou de cometerem um erro, ou até de não estarem prontos. O caminho é tentar e, quando e se cometer um erro, simplesmente prosseguir.

7 – Não fique esperando

Quanto mais tempo as pessoas esperam para fazer do que gostam uma carreira, menos provável que algum dia elas venham a fazer isso.

É preciso ter espírito empreendedor e agir rapidamente. Abra o negócio que você está sonhando agora porque, quanto mais velho você fica, menos riscos você estará disposto a tomar.

8 – Estude

Antes de se arriscar, quem está interessado em trocar de carreira precisa ter algumas aulas ou uma instrução profissional sobre indústria que quer entrar. Desta forma, as pessoas podem se certificar de que tal carreira realmente é para elas.

O investimento em cursos e treinamento também serve para medir o talento e perseverança.

9 – Não tente fazer tudo sozinho

A maioria pensa que fazer algo que gosta exige iniciar seu próprio negócio, mas nem sempre este é o caso.

Um caminho mais fácil é encontrar uma empresa, companhia ou projeto que já faça algo que você adora, e tentar um emprego lá. Não tenha medo de “começar por baixo”.

10 – Tenha paciência

Quem está perseguindo seu sonho tem que estar preparado para os problemas iniciais que certamente virão.

É preciso ter paciência, já que pode levar algum tempo entre o início do novo negócio e o esperado lucro que lhe permitirá abandonar o emprego que você não gosta. [LiveScience]

PMEs não podem ignorar as redes sociais

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Quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Agência Sebrae de Notícias – Beth Matias

“Se você não colocou a sua empresa lá, alguém já fez isso por você”, diz Felipe Morais, em palestra na Campus Party

Você não quer aparecer nas redes sociais? Esqueça isso, ordena o especialista Felipe Morais. Praticamente todas as empresas, sejam grandes ou pequenas, já foram comentadas no Twitter, citadas em vídeos no Youtube ou em páginas do Orkut ou do Facebook. “Se você não colocou a sua marca lá, alguém já fez isso por você”, anuncia.

Um dos grandes erros que um negócio pode cometer atualmente, segundo ele, é ignorar o movimento das redes sociais e as vantagens que elas podem trazer para a credibilidade da marca. “Pode ser um comentário bom no Twitter ou uma reclamação no Foursquare. Você pode perder oportunidades de negócios”, alerta Morais.

Em sua palestra, no Like a Boss, espaço do Sebrae na Campus Party, Morais citou o exemplo das revendedoras de carros. Segundo ele, muitas vezes, os clientes já chegam à loja sabendo mais informações sobre o modelo que procuram do que o próprio vendedor. As informações estão em sites e nos comentários das redes sociais. “A empresa precisa estar nas redes e saber o que estão falando a respeito dos produtos que ela revende. Depois preparar o vendedor para conversar com o cliente a respeito disso”, recomenda.

As empresas precisam planejar como vão aparecer nas redes sociais. Morais sugere que o empresário participe das redes para saber o que estão falando da sua marca. “Acompanhe sistematicamente até encontrar um objetivo para participar de uma determinada rede. Se o seu negócio é apenas ganhar dinheiro, reveja a estratégia. As redes sociais são feitas por pessoas que querem relacionamento”, assevera. Morais explica que o consumidor de uma marca quer ouvir mas também quer falar. Então a empresa precisa responder aos questionamentos e também disponibilizar vários pontos de contato de relacionamento na internet (e-mail, fale conosco, SAC 2.0).

Outra preocupação é não ter pressa para ver os resultados. A relação de confiança entre o cliente e a marca nas redes sociais é fundamental. Por isso, assim como uma pessoa não casa com o primeiro que aparece, os usuários também conversam muito antes de seguir alguém no Twitter ou curtir uma fanpage no Facebook. “Mas quando isso acontece, as pessoas falam bem do seu produto gratuitamente, indicam para outras pessoas, falam sobre a experiência”, alerta.

Morais afirma que, na internet, as pessoas não gostam de marcas egocêntricas. Aquelas que falam apenas de suas qualidades e desempenho, sem levar aos seus seguidores informações interessantes. “Fique atento aos posts que não têm nenhum comentário. Isso é ruim”, opina. Ele também recomenda que os empresários busquem engajamento. “Sessenta milhões de pessoas no Brasil acessam blogs todos os meses. É possível que muitos desses sites tenham relação com a atividade que você exerce. Converse com os blogueiros, sugira assuntos. Pense em uma forma de engajamento”, sugere.

Por último, ele recomenda que o empresário avalie a participação em uma rede social sobre os seguintes aspectos: economia com a conta do telefone 0800, relacionamento direto com SAC 2.0, relacionamento do usuário com a marca, indicações, recomendações e elogios, economia em pesquisas de opinião.

Publicado em 13 de fevereiro de 2012.

Você já conseguiu identificar se o seu negócio é viável?
Você encontrará informações na Etapa 2.

Site: http://www.sebrae-sc.com.br/negociocerto