Estudar em universidades renomadas faz a diferença?

Provavelmente você já escutou por aí que os alunos de instituições de ensino superior renomadas conseguirão um emprego mais facilmente do que os estudantes de faculdades menos conceituadas. Será mesmo?

Por Fábio Bandeira de Mello, http://www.administradores.com.br

Diferente de muitas pessoas que ficam com aquela dúvida sobre qual curso fazer, Tiago Vicari já sabe muito bem qual área vai seguir: Administração de Empresas. Apesar de ter 17 anos, ele já se imagina coordenando áreas, criando novas formas de pensamento para solucionar problemas, administrando bem as finanças e, claro, desfrutando de uma boa remuneração. Porém, se a indecisão não é na escolha do curso (comum a muitos jovens), o receio dele está em escolher onde estudar. “Minha dúvida é saber se compensa fazer o curso em faculdades menos famosas e se o mercado valoriza essas instituições”, comenta.

E o tema se tornou debate onde estuda. “Na verdade, o que faz com que eu pense nisso é a forma como minha escola nos orienta sobre o assunto. Segundo vários professores e as pessoas que trabalham lá, as melhores oportunidades surgem quando se tem uma universidade ‘com nome’ no currículo”, declara Tiago.

A preocupação dele não surgiu à toa. Muito se diz sobre o peso do “nome da universidade” no currículo dos profissionais, mas você saberia dizer o que há de realidade sobre o tema? Até que ponto o nome da instituição de ensino pode influenciar a escolha dos recrutadores em uma entrevista?

Imagem: Thinkstock


Verdades e mentiras

Entrar e concluir uma formação profissional numa instituição de ensino superior no Brasil, de fato, não é para todos. Segundo o último levantamento da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), apenas 11% da população brasileira com idade entre 25 e 64 anos têm ensino superior. O número, aliás, nos deixa no último lugar em um grupo de 36 países ao avaliar a quantidade de graduados na população. E quando se trata das universidades mais conceituadas, esse número de pessoas que consegue o diploma é ainda menor.

O gestor de carreira da RH Capital, Sidney Alves, revela que o nome da universidade influencia sim e, em alguns casos, é determinante na decisão dos recrutadores em uma entrevista de emprego. “O ingresso em uma universidade renomada exige um esforço maior para passar no vestibular devido à maior dificuldade no teste. Além disso, o grau de exigência dessas instituições é geralmente alto durante a graduação”, explica Sidney.

Quando se trata de candidatos recém-formados ou ainda estudantes, o peso dessa escolha é mais acentuado. Jussara Dutra, gerente de Desenvolvimento Humano e Organizacional da Senior, explica que o tipo de vaga interfere. “Por exemplo, em programas de estágio e trainee, nos quais há pouca experiência profissional e a concorrência é muito acirrada, a formação em uma universidade de renome pode fazer a diferença, principalmente no que diz respeito a áreas técnicas”, revela a consultora.

Mas você saberia identificar uma “universidade de renome”? Uma das formas é conferir a avaliação do Ministério da Educação sobre a instituição. Para isso, existe o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes), que é formado por três componentes principais: a avaliação das instituições, dos cursos e do desempenho dos estudantes. Além disso, é possível encontrar ajuda em revistas e jornais especializados que produzem rankings de qualidade e através de contato com pessoas que já passaram pelas instituições.

Diferencial passageiro

Mas quem acha que apenas estudar em uma universidade renomada será sempre um diferencial para concorrer no mercado está profundamente enganado. Especialistas em recursos humanos são unânimes ao afirmarem que, quando a vaga requer uma experiência específica, a maturidade profissional anterior conta mais na hora da escolha dos candidatos.

“Existe um consenso de que após cinco anos da formatura a experiência importa mais do que o nome da universidade. Mesmo que a instituição seja importante, a bagagem profissional do candidato vai influenciar mais na sua atuação. O perfil do candidato, outros conhecimentos e suas competências se tornam mais fundamentais”, declara Sidney Alvez.

Para Luiz Edmundo Rosa, diretor nacional de educação da ABRH Nacional, com o tempo, nada substitui a prática do dia a dia e o perfil de competências que o profissional adquire. “Cada vez mais se reconhece que o importante na seleção de um candidato a emprego é medir suas competências, incluindo seus conhecimentos e potencial. Tudo aquilo que evidencie na pessoa seus valores, determinação, iniciativa, capacidade de inovar e de empreender”.

Outros valores

Na busca de um “lugar ao sol” no mercado, outro fator que colabora na conquista para uma vaga é o constante aprimoramento. “O mercado muda muito e requer um profissional atualizado e com a qualificação que o cargo exige. Para isso, pode ser considerado um diferencial o domínio de outros idiomas, fazer uma pós-graduação ou MBA, participar de eventos e atuar em associações e cursos de curta duração com foco específico”, declara Jussara.

Mas para aqueles que ainda não possuem um currículo diferenciado e querem conquistar uma oportunidade, Luiz Edmundo revela uma dica: “conta muito o nível de preparação para a entrevista, em que a pessoa estudou bem a empresa, conhecendo sua estratégia, planos de investimentos, produtos, concorrentes, etc. Hoje essas informações estão disponíveis na internet e é só pesquisar”.

Portanto, independente de você possuir um bom currículo ou um ainda não tão bom assim, demonstrar sempre determinação, vontade e personalidade nas tarefas exigidas são trunfos para te ajudar a ter mais sucesso no presente e no futuro da sua carreira.
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Aluno especial (disciplina isolada/aluno ouvinte) na UFSC

Publicado em 8 de março de 2012, às 17:39

O Departamento de Administração Escolar da Universidade Federal de Santa Catarina (DAE/UFSC) disponibiliza as informações para a inscrição de aluno especial em disciplina isolada/aluno ouvinte.

Inscrição: 15 e 16 de março de 2012, no endereço www.disciplinaisolada.ufsc.br, a partir das 8h do dia 15 de março. No site constará o saldo de vagas, a partir do momento da inscrição. Os interessados devem preencher o cadastro e as disciplinas pretendidas.

Atenção: Faça a impressão de sua solicitação até às 24 horas do dia 16 de março (após esta data o sistema não permite a impressão do formulário) e entregue no Departamento até às 12h, do dia 19 de março. A documentação é obrigatória, mesmo que o candidato tenha obtido matrícula no semestre anterior.

Documentos:

1) Cópia da Carteira de Identidade;

2) Histórico Escolar (obrigatório para alunos de outras IES) e Certificado de Ensino Médio para candidatos interessados em disciplinas que não exigem pré-requisito;

3) Ementas ou Programas das disciplinas cursadas na instituição de origem, que são pré-requisitos no Currículo do Curso de Direito da UFSC (cópia);

4) Cópia da ficha de inscrição na internet.

O resultado será publicado no site www.disciplinaisolada.ufsc.br, em data a ser confirmada oportunamente. É de responsabilidade do candidato acompanhar o resultado. Caso o aluno obtenha vaga cuja situação no sistema de matrícula esteja com a seguinte mensagem: [Pedido Selecionado (aguardando taxa)], deverá proceder o pagamento da taxa de matricula conforme determinação do Conselho Universitário. O valor é de R$ 50, por disciplina, conforme inciso X do art. 1° da Resolução Normativa n° 03/Conselho de Curadores da UFSC, de 05/07/2010, que deverá ser recolhida no Banco do Brasil com o Código 153.163.152.372.8832-2 – Conta Única do tesouro Nacional.

Os candidatos interessados em solicitar isenção da taxa deverão comparecer na Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis, localizada no andar térreo da Biblioteca Universitária – entrada pela lateral, para o procedimento especifico, imediatamente após o pedido de inscrição.

Importante: A confirmação da matricula será após a entrega da taxa de matricula no Departamento (data a ser comunicada oportunamente), ocasião em que o aluno receberá o atestado de matrícula. Após esta data, caso o candidato não entregue a taxa, o pedido de matrícula será indeferido automaticamente.

Outras informações pelo telefone (48) 3721-9298.

PMEs não podem ignorar as redes sociais

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Image via CrunchBase
Quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Agência Sebrae de Notícias – Beth Matias

“Se você não colocou a sua empresa lá, alguém já fez isso por você”, diz Felipe Morais, em palestra na Campus Party

Você não quer aparecer nas redes sociais? Esqueça isso, ordena o especialista Felipe Morais. Praticamente todas as empresas, sejam grandes ou pequenas, já foram comentadas no Twitter, citadas em vídeos no Youtube ou em páginas do Orkut ou do Facebook. “Se você não colocou a sua marca lá, alguém já fez isso por você”, anuncia.

Um dos grandes erros que um negócio pode cometer atualmente, segundo ele, é ignorar o movimento das redes sociais e as vantagens que elas podem trazer para a credibilidade da marca. “Pode ser um comentário bom no Twitter ou uma reclamação no Foursquare. Você pode perder oportunidades de negócios”, alerta Morais.

Em sua palestra, no Like a Boss, espaço do Sebrae na Campus Party, Morais citou o exemplo das revendedoras de carros. Segundo ele, muitas vezes, os clientes já chegam à loja sabendo mais informações sobre o modelo que procuram do que o próprio vendedor. As informações estão em sites e nos comentários das redes sociais. “A empresa precisa estar nas redes e saber o que estão falando a respeito dos produtos que ela revende. Depois preparar o vendedor para conversar com o cliente a respeito disso”, recomenda.

As empresas precisam planejar como vão aparecer nas redes sociais. Morais sugere que o empresário participe das redes para saber o que estão falando da sua marca. “Acompanhe sistematicamente até encontrar um objetivo para participar de uma determinada rede. Se o seu negócio é apenas ganhar dinheiro, reveja a estratégia. As redes sociais são feitas por pessoas que querem relacionamento”, assevera. Morais explica que o consumidor de uma marca quer ouvir mas também quer falar. Então a empresa precisa responder aos questionamentos e também disponibilizar vários pontos de contato de relacionamento na internet (e-mail, fale conosco, SAC 2.0).

Outra preocupação é não ter pressa para ver os resultados. A relação de confiança entre o cliente e a marca nas redes sociais é fundamental. Por isso, assim como uma pessoa não casa com o primeiro que aparece, os usuários também conversam muito antes de seguir alguém no Twitter ou curtir uma fanpage no Facebook. “Mas quando isso acontece, as pessoas falam bem do seu produto gratuitamente, indicam para outras pessoas, falam sobre a experiência”, alerta.

Morais afirma que, na internet, as pessoas não gostam de marcas egocêntricas. Aquelas que falam apenas de suas qualidades e desempenho, sem levar aos seus seguidores informações interessantes. “Fique atento aos posts que não têm nenhum comentário. Isso é ruim”, opina. Ele também recomenda que os empresários busquem engajamento. “Sessenta milhões de pessoas no Brasil acessam blogs todos os meses. É possível que muitos desses sites tenham relação com a atividade que você exerce. Converse com os blogueiros, sugira assuntos. Pense em uma forma de engajamento”, sugere.

Por último, ele recomenda que o empresário avalie a participação em uma rede social sobre os seguintes aspectos: economia com a conta do telefone 0800, relacionamento direto com SAC 2.0, relacionamento do usuário com a marca, indicações, recomendações e elogios, economia em pesquisas de opinião.

Publicado em 13 de fevereiro de 2012.

Você já conseguiu identificar se o seu negócio é viável?
Você encontrará informações na Etapa 2.

Site: http://www.sebrae-sc.com.br/negociocerto

Lei do Rio de Janeiro proíbe exigir foto no currículo (Combate à Discriminação)

English: Flag of Rio de Janeiro's State, Brazi...
Image via Wikipedia

LEI Nº 3699 DE 11 DE DEZEMBRO DE 2003

PROÍBE A EXIGÊNCIA DE FOTOGRAFIA EM “CURRÍCULUM VITAE” POR PARTE DAS EMPRESAS SEDIADAS NO MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO.

O Presidente da Câmara Municipal do Rio de Janeiro nos termos do art. 79, § 7º, da Lei Orgânica do Município do Rio de Janeiro, de 5 de abril de 1990, não exercida a disposição do § 5º do artigo acima, promulga a Lei nº 3.699, de 11 de dezembro de 2003, oriunda do Projeto de Lei nº 705-A, de 2002, de autoria do Senhor Vereador Jorge Mauro.

Art. 1º Fica proibida a exigência de fotografia em currículum vitae, por parte das empresas sediadas no Município do Rio de Janeiro.

Art. 2º A exigência será caracterizada como ato discriminatório.

Art. 3º O não cumprimento, no caso das empresas privadas, caso se caracterize o objeto desta Lei, dará causa a cassação do Alvará de Funcionamento.

Art. 4º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Câmara Municipal do Rio de Janeiro, em 11 de dezembro de 2003.

SAMI JORGE HADDAD ABDULMACIH
Presidente