O que você posta no Facebook?

Você posta sobre seu time, festas, piadas, frases como “Para a nooossa alegriaaaa”? Até ai tudo bem. Mas fique atento para não denegrir sua imagem.

Yngrid Paixão – Empregos.com.br

O que você posta no Facebook?Ter um perfil no facebook é muito mais complexo do que se imagina. Não devemos encarar como uma simples rede social, na qual podemos postar qualquer tipo de coisa. É preciso ter consciência de que muitas pessoas e empresas podem estar de olho no seu perfil, o que vai muito além daquelas pessoas do seu circulo de amizade.

Zelar sua imagem é uma tarefa que só cabe a você, afinal o que você posta pode dizer muito sobre você, por isso preste muito atenção nas coisas que publicar na sua página.

Selecionamos alguns detalhes que aparentemente são inofensivos, mas que pode fazer um estrago na sua imagem perante alguns recrutadores:

– Reclamar do chefe ou até mesmo da empresa, é intolerável. Pois mostra que você não tem responsabilidade e nem ética.

– Mensagens preconceituosas também são repugnantes. Preconceito já é lamentável em qualquer situação, em uma rede social então, pode causar tamanha repercussão além de mostrar o seu lado desumano.

– Postar muitas vezes sobre o mesmo assunto, ou até mesmo muitas postagens diárias, mostra que você se dedica demais a essa rede social e deixa dúvidas sobre sua produtividade.

– Cuidado com as fotos. É comum tirar fotos com amigos em festas e coisas do tipo. Mas excesso de fotos com bebidas, isso pode transmitir uma imagem desagradável.

Procure mesclar, seu cotidiano e coisas relevantes, é legal o recrutador ver que você compartilha matérias e coisas interessantes. Use o facebook a seu favor e mostre que você é uma pessoa com conteúdo. Boa sorte!

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PMEs não podem ignorar as redes sociais

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Image via CrunchBase
Quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Agência Sebrae de Notícias – Beth Matias

“Se você não colocou a sua empresa lá, alguém já fez isso por você”, diz Felipe Morais, em palestra na Campus Party

Você não quer aparecer nas redes sociais? Esqueça isso, ordena o especialista Felipe Morais. Praticamente todas as empresas, sejam grandes ou pequenas, já foram comentadas no Twitter, citadas em vídeos no Youtube ou em páginas do Orkut ou do Facebook. “Se você não colocou a sua marca lá, alguém já fez isso por você”, anuncia.

Um dos grandes erros que um negócio pode cometer atualmente, segundo ele, é ignorar o movimento das redes sociais e as vantagens que elas podem trazer para a credibilidade da marca. “Pode ser um comentário bom no Twitter ou uma reclamação no Foursquare. Você pode perder oportunidades de negócios”, alerta Morais.

Em sua palestra, no Like a Boss, espaço do Sebrae na Campus Party, Morais citou o exemplo das revendedoras de carros. Segundo ele, muitas vezes, os clientes já chegam à loja sabendo mais informações sobre o modelo que procuram do que o próprio vendedor. As informações estão em sites e nos comentários das redes sociais. “A empresa precisa estar nas redes e saber o que estão falando a respeito dos produtos que ela revende. Depois preparar o vendedor para conversar com o cliente a respeito disso”, recomenda.

As empresas precisam planejar como vão aparecer nas redes sociais. Morais sugere que o empresário participe das redes para saber o que estão falando da sua marca. “Acompanhe sistematicamente até encontrar um objetivo para participar de uma determinada rede. Se o seu negócio é apenas ganhar dinheiro, reveja a estratégia. As redes sociais são feitas por pessoas que querem relacionamento”, assevera. Morais explica que o consumidor de uma marca quer ouvir mas também quer falar. Então a empresa precisa responder aos questionamentos e também disponibilizar vários pontos de contato de relacionamento na internet (e-mail, fale conosco, SAC 2.0).

Outra preocupação é não ter pressa para ver os resultados. A relação de confiança entre o cliente e a marca nas redes sociais é fundamental. Por isso, assim como uma pessoa não casa com o primeiro que aparece, os usuários também conversam muito antes de seguir alguém no Twitter ou curtir uma fanpage no Facebook. “Mas quando isso acontece, as pessoas falam bem do seu produto gratuitamente, indicam para outras pessoas, falam sobre a experiência”, alerta.

Morais afirma que, na internet, as pessoas não gostam de marcas egocêntricas. Aquelas que falam apenas de suas qualidades e desempenho, sem levar aos seus seguidores informações interessantes. “Fique atento aos posts que não têm nenhum comentário. Isso é ruim”, opina. Ele também recomenda que os empresários busquem engajamento. “Sessenta milhões de pessoas no Brasil acessam blogs todos os meses. É possível que muitos desses sites tenham relação com a atividade que você exerce. Converse com os blogueiros, sugira assuntos. Pense em uma forma de engajamento”, sugere.

Por último, ele recomenda que o empresário avalie a participação em uma rede social sobre os seguintes aspectos: economia com a conta do telefone 0800, relacionamento direto com SAC 2.0, relacionamento do usuário com a marca, indicações, recomendações e elogios, economia em pesquisas de opinião.

Publicado em 13 de fevereiro de 2012.

Você já conseguiu identificar se o seu negócio é viável?
Você encontrará informações na Etapa 2.

Site: http://www.sebrae-sc.com.br/negociocerto

O IPO do Facebook em números

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14 de fevereiro de 2012, às 19h16min

Entenda por que a operação – uma das mais aguardadas por investidores de todo o mundo – promete ser a maior já vista entre as empresas de tecnologia e internet

Recentemente, a rede social Facebook decidiu dar um passo estratégico em seus negócios e apresentou os documentos para sua oferta inicial de ações na bolsa (IPO, na sigla em inglês) junto à Comissão de Valores e Câmbio dos Estados Unidos – órgão regulador, equivalente à Comissão de Valores Mobiliários no Brasil.

A operação, uma das mais aguardadas por investidores e acionistas de todo o mundo, promete ser a maior já vista entre as empresas de tecnologia e internet, com uma expectativa de arrecadação inicial da ordem de US$ 5 bilhões. O IPO do Google, por exemplo, realizado em agosto de 2004, rendeu 1,6 bilhões à companhia.

As ações ainda não foram disponibilidades para compra e venda, mas o Facebook teve que revelar muitas informações que antes eram mantidas a sete chaves, como o número de usuários e suas atividades na rede.

Separamos no infográfico abaixo algumas das informações mais importantes sobre o IPO do Facebook.

IPO Facebook
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Facebook prepara estreia de US$5 bilhões na bolsa de valores

  • Por Brian Barrett

Como esperado, o Facebook vai entrar na bolsa de valores, provavelmente no segundo trimestre, e quer arrecadar US$5 bilhões. Com isso, várias informações sobre a Rede Social agora são públicos: 845 milhões de usuários, 100 bilhões de amizades e muita grana indo direto para Zuckerberg. Mercado de ações, diga olá para a ação FB.

Dos 845 milhões de usuários, 483 milhões usam o serviço todo dia, um nível impressionante de atividade (especialmente comparado com os muitos usuários inativos de outras redes sociais, como o Twitter). A empresa teve receita de 3,7 bilhões ano passado, o que é apenas um décimo do que o Google ganhou no mesmo período. Mas por que comparar ao Google? Porque o Facebook ganha a maior parte do dinheiro (85%) com propagandas – assim como o Google.

É impressionante que o Facebook ganhe tanto dinheiro com pequenas propagandas na barra lateral, mas não só disso vive a rede social: 12% da receita veio da Zynga, que faz os joguinhos mais famosos como Farmville e Mafia Wars. Depender tanto de uma só fonte de receita pode intimidar potenciais investidores – principalmente se jogos do Facebook forem uma moda passageira.

E este não é o único obstáculo à frente. Em todo prospecto de oferta pública de ações, a empresa é obrigada a apontar quais as suas potenciais fraquezas – os chamados fatores de risco. E o Facebook tem várias, principalmente na área móvel:

Nós atualmente não geramos de forma direta nenhuma receita significativa do uso de produtos móveis do Facebook, e nossa capacidade em fazê-lo com sucesso não foi provada.

Ou seja, não há forma elegante de fornecer propagandas quando se checa o feed de notícias através de um app para Facebook ou em um navegador móvel. Isso significa que é bastante difícil para o Facebook ganhar dinheiro desta forma. E no celular você não tem acesso aos joguinhos da Zynga…

O Facebook, no geral, parece ser uma plataforma que – apesar de sua proeminência e onipresença global – ainda não se transformou completamente em um negócio. Até o momento, eles não precisaram fazer isso: a empresa teve um bilhão de dólares em lucro no ano passado, quase o dobro de 2010. Para uma empresa privada, isso é ótimo.

Mas uma companhia aberta – ou seja, listada na bolsa de valores – tem muitos acionistas a agradar, grandes investidores exigindo que o Facebook se livre de sua dependência com a Zynga, e que os apps para iOS e Android rendam dinheiro. Como isto vai afetar a experiência, privacidade e segurança dos usuários? É esperar para ver.

E claro, como a oferta de ações está praticamente restrita a grandes investidores, você não poderia entrar no IPO nem ganhar rios de dinheiro. Mesmo assim, vai ser divertido assistir. [SEC]