As perguntas mais absurdas já ouvidas por recrutadores

Confira algumas “pérolas” ditas por candidatos a oportunidades profissionais, segundo pesquisa feita com executivos de recursos humanos pela OfficeTeam

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São Paulo – Ao deixar um espaço para o candidato a uma oportunidade profissional tirar dúvidas, o recrutador, geralmente, espera ouvir questões relacionadas à cultura da empresa, ao estilo de gestão do novo chefe ou à possibilidade de ascensão na carreira. Mas nem sempre é o que acontece.

É certo que algumas perguntas que não são muito adequadas nem recomendadas pelos especialistas em recrutamento. Mas, existem outras que podem enterrar de vez qualquer chance de ser contratado.Esse é o caso das questões apresentadas aqui.

A equipe da OfficeTeam – braço do grupo Robert Half especializado em recrutamento de profissionais qualificados para o setor administrativo – entrevistou 650 executivos de recursos humanos dos Estados Unidos e Canadá para saber quais foram as perguntas mais absurdas que já saíram da boca de candidatos durante entrevistas de emprego. O resultado é um festival de bizarrices capaz de deixar de cabelo em pé até o mais compreensivo recrutador. Confira as “pérolas”:

Perguntas
1. Que emprego é esse?
2.Você sairia comigo?
3. Você quer uma carona no meu carro novo?
4. Qual a cor da parede deste escritório?
5. Meu marido pode terminar a entrevista no meu lugar?
6. O chefe é solteiro?
7. Você tem um emprego para o meu parceiro?
8. Como são as mulheres que trabalham aqui?
9. Vocês permitem sonecas durante o expediente?
10. Posso receber o pagamento adiantado?
11. Posso colocar minha mesa perto da cafeteria?
12. Você pode me ajudar a encontrar um apartamento?
13. Você pode me ajudar com este teste?
14. Posso tirar folga todas as terças-feiras?
15. A partir de quando posso tirar férias?
16. Posso tirar três semanas de férias a cada três meses para investir na minha carreira musical?
17. Posso tirar folga no dia do meu aniversário?

MEC divulga lista de instituições que participarão do ProUni

Português do Brasil: Brasília - Participantes ...
Image via Wikipedia

1321 universidades, faculdades e centros universitários oferecerão bolsas de estudos integrais ou parciais. Inscrições começam dia 14 de janeiro

da redação | 05/01/2012 17h 52

O Ministério da Educação (MEC) divulgou a relação completa das universidades, faculdades e centros universitários participantes do Programa Universidade para Todos (ProUni). 1.321 instituições de ensino participam do processo, que oferecerá 195.030 bolsas (98.728 integrais e 96.302 parciais, de 50% da mensalidade) para o primeiro semestre de 2012.

– Entenda o que é e como funciona o Prouni – Programa Universidade para Todos

As inscrições estarão abertas de 14 a 19 de janeiro. Haverá duas chamadas para convocação dos candidatos pré-selecionados. Ao inscrever-se, o candidato poderá escolher até duas opções de curso e de instituição.

– Veja a oferta de bolsas do ProUni por Estado
– Veja a lista de bolsas do ProUni por município
– Veja a lista de bolsas por universidade
– Veja a lista de bolsas por centro universitário
– Consulte o cronograma de prazos do ProUni

Podem se candidatar às bolsas integrais estudantes com renda familiar de até um salário mínimo e meio (R$ 933, a partir de 1º de janeiro) por pessoa. As bolsas parciais são destinadas a candidatos com renda familiar de até três salários mínimos (R$ 1.866, em janeiro) por pessoa.

O candidato precisa ter feito o Enem 2011 e ter obtido um mínimo de 400 pontos na média das cinco notas do exame e pelo menos a nota mínima na redação. Além disso, é preciso ter cursado todo o ensino médio em escola pública ou na condição de bolsista integral em escola particular.

Professores da rede pública de ensino básico que concorrem a bolsas em cursos de licenciatura, curso normal superior ou de pedagogia não precisam cumprir o critério de renda, desde que estejam em exercício efetivo e integrem o quadro permanente da escola na qual atuam.

Resultado
A primeira chamada será divulgada no dia 22 de janeiro e os candidatos terão até o dia 1º de fevereiro para comparecer à instituição de ensino, apresentar a documentação e providenciar a matrícula. A segunda chamada está prevista para 7 de fevereiro, com prazo para matrícula e comprovação de informações até o dia 15.

Lista de espera
Os candidatos que não forem selecionados em nenhuma das duas chamadas ou aqueles que foram pré-selecionados em cursos sem formação de turma podem manifestar interesse em fazer parte da lista de espera, que será usada pelas instituições participantes do programa para a ocupação das bolsas remanescentes.

O período para manifestação de interesse na lista irá de 22 a 24 de fevereiro. Ao fim desse prazo, serão feitas duas convocações dos integrantes. A primeira, em 27 de fevereiro, com prazo para comprovação de documentos e matrícula de 28 do mesmo mês até 2 de março. A segunda, em 9 de março, com prazo de 12 a 15 de março.

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– Notícias de vestibular e Enem

Carreiras: para cada vaga, um currículo diferente

07 de fevereiro de 2011, às 08h01min

Profissionais com várias experiências ou aqueles com vários objetivos devem elaborar um currículo específico para a vaga para a qual estão se candidatando

Por Camila F. de Mendonça, InfoMoney

SÃO PAULO – Existem características e habilidades exigidas dos profissionais pelo mercado de trabalho que são comuns a todas as áreas. Contudo, para cada vaga, existem algumas particularidades para as quais os candidatos devem atentar. A começar pelo currículo.

 

“Para os profissionais que possuem mais de um cargo de interesse, é mais indicado que elaborem dois ou mais currículos específicos para cada área de atuação, especificando em cada um a experiência e conhecimentos relacionados”, aconselha a consultora de RH (Recursos Humanos) da Catho Online, Daniella Correa.

 

“Na prática, a realização dessa estratégia se faz necessária devido ao fato de não ser adequado mencionar no mesmo currículo cargos de interesse distintos”, explica Daniella. “Pois, ao fazer isso, o candidato poderá passar a impressão de falta de foco profissional”, completa.

 

A estratégia não vale apenas para quem tem mais de um cargo de interesse, mas também para aqueles que definiram um único objetivo e que possuem diversas experiências. “Uma determinada experiência não serve para determinada vaga”, explica o presidente da Curriculum, Marcelo Abrileri. “Se eu tenho experiências distintas, tenho de colocar as que estão em linha com a vaga que estou concorrendo”.

 

Por isso, é importante saber que, para cada vaga, é preciso um currículo específico. “Mencionar um cargo específico deixará o currículo mais profissional”, acredita Daniella.

 

Especificidades


Mas como saber qual informação é preciso priorizar na hora de elaborar o currículo? Cada área tem a sua especificidade. E para os profissionais que atuarão nelas, selecionar as informações que mais têm a ver com a vaga pode tornar o documento mais atraente para o selecionador. Abrileri ressalta que, dependendo da área, o profissional deve focar nas qualificações técnicas específicas a ela.


Uma vaga na área de Engenharia, Tecnologia e Saúde, por exemplo, requer o campo “cursos” com atividades bem específicas à vaga. Não adianta você citar sua experiência com vendas – essa informação entrará apenas na entrevista. E se necessário.

 

Para vagas relacionadas à Administração e Liderança, muitas vezes a experiência conta mais que determinados cursos. “Para os cargos de liderança, o profissional deve destacar especificamente suas habilidades de gestão e comunicação, habilidades mais estratégicas e voltadas aos cargos de gestão”, explica Daniella.

 

Cada área também exige habilidades comportamentais e qualificações pessoais bem específicas. Contudo, na avaliação da consultora, esse tipo de informação deve ficar de fora do documento. “Geralmente esses pontos deverão ser identificados no momento da entrevista, pois é nessa hora que o profissional terá a oportunidade de vender suas qualificações”, afirma Daniella.

 

Dessa forma, na hora de entrevista, para cada área, é preciso valorizar algumas características específicas. Tanto Abrileri como Daniella acreditam que em vagas de Tecnologia, por exemplo, é preciso valorizar capacidades de raciocínio abstrato e lógico, criatividade, senso analítico, empatia e capacidade de trabalhar sob pressão.

 

Considerando a área de Comunicação, os especialistas acreditam que os candidatos precisam demonstrar extroversão e espírito crítico. Candidatos para vagas de Engenharia devem privilegiar a visão sistemática, dinamismo, capacidade de liderança e decisão. Profissionais da área de Saúde devem privilegiar a capacidade de atenção seletiva, rapidez de percepção, tolerância, altruísmo e capacidade de lidar com situações adversas.

 

Habilidades de lidar e resolver conflitos, agir com iniciativa e espírito empreendedor serão exigidas de profissionais da Administração. De profissionais da área de Humanas, de maneira geral, os selecionadores esperam encontrar candidatos com empatia e que tenham um forte papel facilitador, para que sejam agentes de mudanças, e assertividade.

 

Os pontos comuns


Um bom currículo não deve ter apenas especificidades. Ao contrário, independentemente da área, existem pontos que todos os documentos devem ter. A começar por uma boa apresentação. “O currículo deve ser agradável à leitura, portanto, deve ser discreto, nada de cores, desenhos, margens e símbolos, o ideal para destacar as informações é no mínimo a utilização de recursos como negrito e sublinhado. Deve-se evitar também variar os tipos de fontes”, explica Daniella.


Além disso, a consultora ainda destaca que o currículo deve ser breve, objetivo e conciso. É preciso evitar listas longas de qualquer tipo. “Todos os detalhes devem ser avaliados para escolher o modelo adequado ao perfil, considerando tempo de atuação, idade, qualificações e cargos de interesse”, explica a consultora.

Para Abrileri, o mais importante em um perfil é a ética. “Não pode de jeito nenhum inventar informações, ser prolixo e errar na Língua Portuguesa”, aconselha. De maneira geral, segundo os especialistas consultados, todo currículo deve ter os seguintes campos:

  • Um objetivo conciso;
  • Uma breve síntese de qualificações;
  • Formação acadêmica;
  • Nível de conhecimento em idiomas (caso possua);
  • Vivência internacional (caso possua);
  • Cursos realizados;
  • Conhecimentos específicos em informática;
  • Experiências profissionais